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Taubaté amplia busca por casos de tuberculose e reforça atenção aos sintomas

Ação da Vigilância Epidemiológica segue até 30 de setembro e busca ampliar o diagnóstico precoce e interromper a transmissão da doença A Prefeitura de Taubaté, por meio da Vigilância Epidemiológica, iniciou a segunda fase da intensificação ...

Santana Santana · 18 de setembro de 2026, 17:12

Ação da Vigilância Epidemiológica segue até 30 de setembro e busca ampliar o diagnóstico precoce e interromper a transmissão da doença

A Prefeitura de Taubaté, por meio da Vigilância Epidemiológica, iniciou a segunda fase da intensificação da busca ativa de casos de tuberculose no município. A mobilização segue até 30 de setembro e tem como principal objetivo identificar pessoas com sintomas respiratórios e ampliar o diagnóstico precoce da doença.

A coleta para investigação de casos está disponível durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde e no Ambulatório Municipal de Infectologia (AMI), por meio de coletor universal. Durante a campanha, porém, as equipes das unidades de Estratégia Saúde da Família (ESF) também intensificam a procura por sintomáticos respiratórios nos territórios onde atuam.

Entre as ações previstas estão visitas a instituições de longa permanência e comunidades terapêuticas, além do acompanhamento da população em situação de rua. A estratégia busca alcançar grupos considerados prioritários pelas diretrizes do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, como pessoas vivendo com HIV/Aids, população privada de liberdade, profissionais de saúde, pessoas com diabetes, usuários de álcool e outras drogas, entre outros.

Segundo os dados divulgados pela Prefeitura, Taubaté contabilizou 52 casos de tuberculose em 2026 até o momento. No ano passado, foram registrados 130 casos da doença no município. A busca ativa é considerada uma das principais medidas para detectar novos casos, iniciar o tratamento e reduzir a circulação da bactéria responsável pela tuberculose.

A população deve procurar atendimento de saúde diante de sintomas como tosse persistente por mais de duas semanas, febre baixa principalmente no período da tarde ou noite, suor noturno, perda de peso sem causa aparente, dor no peito, presença de sangue no escarro, cansaço, fraqueza e falta de apetite. Em situações mais avançadas, também pode ocorrer falta de ar.

A orientação é que pessoas com sintomas respiratórios persistentes procurem uma unidade de saúde para avaliação. O diagnóstico e o início adequado do tratamento são fundamentais para o controle da tuberculose e para evitar a transmissão da doença.

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